Quem está por trás da Artificial Intelligence que entregamos

A Central AI Value nasceu em 2019, dentro de um coworking na Avenida Paulista, com três engenheiros que tinham acabado de sair de uma grande consultoria. A frustração era simples: os projetos de IA que viam nas empresas levavam meses para sair do papel, custavam caro e, quando finalmente entravam em produção, ninguém sabia explicar por que o modelo tomava determinada decisão.

Decidimos fazer diferente. Nosso primeiro cliente foi uma distribuidora de autopeças em Guarulhos que perdia dinheiro com previsões de demanda feitas em planilha. Em 8 semanas, entregamos um modelo que reduziu o excesso de estoque em 28%. A distribuidora indicou duas outras empresas. Não precisamos de mais marketing naquele ano.

Hoje somos 23 pessoas. Continuamos em São Paulo, agora num escritório próprio na Marginal Costa, e atendemos clientes de Manaus a Porto Alegre. O princípio continua o mesmo: IA só vale a pena quando gera resultado que aparece no balanço.

Equipe da Central AI Value trabalhando no escritório em São Paulo

Missão e valores

Não temos uma lista de dez valores genéricos pregada na parede. Temos quatro compromissos que influenciam cada decisão técnica e comercial.

Resultado mensurável

Antes de começar qualquer projeto, definimos com o cliente a métrica de sucesso. Pode ser redução de custo por unidade, aumento de taxa de conversão ou diminuição do tempo de resposta de um processo. Se não conseguimos concordar sobre o que medir, não assinamos o contrato. Parece rígido, mas evita projetos que viram ciência sem aplicação.

Transparência técnica

Explicamos como o modelo funciona em linguagem que o diretor financeiro entende. Documentamos cada decisão de engenharia: por que escolhemos gradient boosting em vez de rede neural, por que descartamos determinada feature, qual o intervalo de confiança das previsões. O cliente nunca fica refém de uma caixa preta.

Dados do cliente são do cliente

Não retemos datasets após o término do projeto. Todos os modelos treinados, os notebooks de experimentação e os pipelines de dados são entregues ao cliente com documentação de uso. Se a empresa quiser trocar de fornecedor amanhã, consegue fazer isso sem recomeçar do zero.

Honestidade sobre limitações

Nem todo problema precisa de IA. Já recusamos projetos onde uma regra de negócio simples resolvia a questão. E já recomendamos que clientes investissem primeiro em infraestrutura de dados antes de pensar em machine learning. Preferimos perder um contrato a entregar algo que não funciona.

Quem faz acontecer

Nosso time reúne engenheiros de machine learning, cientistas de dados, desenvolvedores de software e especialistas em negócios.

Ricardo Mendes, cofundador e diretor técnico

Ricardo Mendes

Cofundador e diretor técnico. Engenheiro de computação pela Unicamp, com 14 anos de experiência em sistemas distribuídos. Liderou a arquitetura de dados de uma fintech antes de fundar a empresa.

Camila Rocha, cofundadora e diretora de operações

Camila Rocha

Cofundadora e diretora de operações. Formada em estatística pela USP, com mestrado em aprendizado de máquina. Gerencia o ciclo de vida dos projetos e garante que prazos e orçamentos sejam cumpridos.

Thiago Alves, líder de engenharia de MLOps

Thiago Alves

Líder de engenharia de MLOps. Responsável por colocar modelos em produção e mantê-los funcionando. Antes da Central AI Value, trabalhou cinco anos em infraestrutura de nuvem para uma operadora de telecomunicações.

Fernanda Dias, cientista de dados sênior

Fernanda Dias

Cientista de dados sênior. Especialista em processamento de linguagem natural e modelos de classificação de texto. Desenvolveu o sistema de triagem automática de documentos que é usado por quatro clientes do setor jurídico.

Além dos quatro acima, a equipe inclui mais 19 profissionais entre engenheiros de dados, desenvolvedores full-stack, designers de produto e analistas de negócios. Todos trabalham do escritório em São Paulo pelo menos três dias por semana, porque acreditamos que proximidade física acelera a resolução de problemas complexos.

Nossa trajetória

Marcos que definiram quem somos hoje.

2019 — Fundação

Ricardo, Camila e um terceiro sócio (que saiu em 2020 para seguir carreira acadêmica) registraram a empresa e fecharam o primeiro contrato em menos de 60 dias. O projeto era simples: um modelo de regressão para prever demanda de peças automotivas. Funcionou. O boca a boca começou.

2020 — Crescimento acelerado

A pandemia forçou muitas empresas a digitalizar operações. Recebemos 14 novos projetos só no segundo semestre. Contratamos os primeiros cinco funcionários e mudamos do coworking para uma sala comercial na Vila Olímpia.

2021 — Primeiro projeto de visão computacional

Uma indústria de embalagens nos procurou para detectar defeitos visuais em rótulos. Foi nosso primeiro projeto fora do domínio tabular. Investimos em GPUs dedicadas e montamos um laboratório interno de testes com câmeras industriais.

2022 — Expansão para o Nordeste

Fechamos contratos com duas redes de varejo em Recife e uma cooperativa agrícola no interior da Bahia. O modelo de previsão de safra que desenvolvemos para a cooperativa foi apresentado num congresso de agronegócio em Ribeirão Preto.

2023 — Escritório na Marginal Costa

Com 20 pessoas na equipe, precisávamos de mais espaço. Alugamos o escritório atual na Marginal Costa, com sala de servidores própria para testes de performance e uma área de treinamento com capacidade para 16 alunos.

2024 — Mais de 120 projetos entregues

Fechamos o ano com 127 projetos concluídos em 18 setores diferentes: varejo, logística, saúde, agronegócio, financeiro, jurídico, educação, entre outros. A taxa de renovação de contratos de manutenção ficou em 89%.

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